Interpsico 2006

Segunda-feira, 3 Julho 2006
Em 199x eu era um garoto com preocupações simples: o violão, a bola de basquete e, quando dava tempo, as mocinhas que me deixavam completamente interessado mas que minha timidez não me deixava conquistar ainda. As coisas davam naturalmente certo sempre e eu acreditava piamente que tinha o mundo nas mãos. Não havia espaço para medos ou dúvidas, quaisquer que fossem, sobre meu futuro.

Veio então o primeiro ano de USP e, além das aulas, os bares, as gincanas, o teatro, as bandas novas e os jogos e viagens. Acho que a primeira destas inesquecíveis viagens foi para Ribeirão Preto. Já não sei dizer qual era a competição, mas lembro bem da turma toda reunida, das tardes bebendo na beira do lago que fica no campus da USP de lá ou no famoso Pingüim, das madrugadas caminhando pela cidade apenas horas antes de disputar as partidas. Sinto saudade.

Mas agora sou um aluno Mackenzie e estive no Interpsico 2006, uma viagem como aquelas dos velhos tempos. Infelizmente os pais das mocinhas, coleguinhas de sala, não deixaram que elas fossem conosco para o sítio que ficava estratégicamente perto da cidade de Salto, SP. Tudo bem, se eu fosse pai também teria problemas em deixar uma filha sozinha durante um fim de semana em um sítio com um rapaz como eu, mas também não acredito que seja muito seguro deixar a mesma filha em um alojamento porco no centro da cidade… De qualquer forma, reunimos um grupo de amigos que irei identificar por pseudônimos para não criar problemas: Escobar, o boliviano, também conhecido como Vulva (não me perguntem o motivo); Cowboy, o garoto de chapéu com poderes mediúnicos; Goiano, que apesar do apelido não é de Goiás, Cabeleira, um lutador de Kung-Fu com longas madeixas e orelhas pontudas, parece um Cavaleiro do Zodíaco meio Spock, e PPM, um menino “gigante”. Outros também estavam presentes, tinha até um amigo do Cabeleira com nome de condimento, acho que era “Alho” ou “Mostarda”.

Já na chegada ao sítio percebemos que o fim de semana seria dos mais interessantes e cheios de surpresas. Preocupado por não ter tido tempo hábil para preparar uma comida decente, nosso anfitrião nos deixou apenas um delicioso pernil assado com ervas finas. Coisa simples. O pai do Escobar também nos forneceu um refrigerante de maça muito do gostoso mas que não deveria ter sido misturado com vodka, como mais tarde iríamos descobrir. Assim que ficamos prontos (maquiagem feita e algumas h-o-r-a-s para definirmos o que vestir), fomos em direçãoa Salto, pela Rodovia do Açúcar.

Ao chegarmos tivemos a primeira impressão sobre Salto, que se mostrou totalmente verdadeira: as pessoas simplesmente não sabem dar informações naquela cidade. Parece que sempre deixam uma parte importante do que deveria ser dito escondida só para ver se vamos adivinhar. Mesmo assim, chegamos ao alojamento do Mackenzie bem na hora em que nossas amigas estavam trocando de roupa e se preparando para a festa que ocorreria mais tarde. Isso que é timing! Uma delas ficou espantada ao saber que nosso sítio tinha mais de um chuveiro quente, e daí podemos imaginar a qualidade do lugar em que estavam. As horas seguintes foram repletas de diálogos insólitos na porta do alojamento. Tocávamos hinos de uma faculdade que as pessoas ali nem conheciam e não falávamos coisa com coisa. Cowboy fazia sucesso com as mocinhas por ter trabalhado em Hollywood, no filme Brokeback Mountain. “Mas eu era o loirinho”, ele dizia enquanto imitava o Silvio Santos, dava cartões amarelos para os rapazes e jogava vinho (Sangue de Boi) nas meninas que passavam de carro. Goiano pintava uma das paredes com uma tinta estranha e biodegradável enquanto Cabeleira fazia o approach nas meninas sem nunca duvidar do susto que dava nelas, observado de perto pelo seu amigo condimento (o que sempre acompanha). São lembranças inesquecíveis deste momento os inimigos que fizemos em nossa própria faculdade e o “funk do tá aqui!”, que nos foi ensinado por um transeunte, além do decote da “tuberculosa” (que pulava enquanto ela tossia) e da menina de Osasco que tinha um francês impecável (ao menos para quem estava bêbada) e, para variar, me deixou apaixonado por isso. Mas era chegada a hora de irmos para a primeira festa em Salto e saímos então no carro do Cowboy, seguindo o ônibus do Mackenzie.

CONTINUA…

A seguir: o homem que virava árvore, histórias de fantasmas, o pato da USP-Ribeirão e mais!

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Estou de volta

Segunda-feira, 3 Julho 2006
Muita gente me perguntando se eu havia desistido do blog e outros pensando que eu o havia excluído definitivamente. Para responder a todos, três palavras: problemas no servidor! As dificuldades começaram quando eu não conseguia acessar meu blog através de meu provedor. Alguns dias depois, quando pensei que a questão estava resolvida, descobri que todos os usuários do speedy em São Paulo e de similares em outros estados estavam tendo problemas para ler meus posts (umas duas pessoas reclamaram, do Brasil todo!).

Em meio ao problema não obtive qualquer resposta da pessoa que deveria dar suporte ao meu site e, como houve no mesmo período uma mudança de sociedade na empresa que hospedava meu site, eu resolvi mudar de servidor com a sócia que estava criando uma nova empresa (e que me ofereceu um servidor melhor, mais rápido e estável).

Bem, a pessoa que não me dava suporte, ao ficar sabendo que eu iria mudar de servidor, resolveu simplesmente se negar a me fornecer os dados necessários para mudar o domínio, dizendo que eu não ia mudar coisa nenhuma, e que não permitiria que minha amiga roubasse clientes dele.

Resumindo a história, essa pessoa completamente capacitada para ter uma empresa do gênero apagou meu blog do servidor, depois de um sonoro “foda-se esse Marcos Donizetti” dito para a minha amiga.

A sorte era que eu tinha conseguido, com a ajuda do suporte da nova empresa, fazer um backup do meu blog antes que o psicopata o apagasse. Na mudança alguns dos novos posts foram perdidos (logo serão repostos), mas o marcdoni.com está firme e forte, pronto para novas batalhas. Também foram resolvidos os problemas com o speedy e outros provedores.

Agora estou de volta, ainda com dificuldades para escrever. Meus textos no mimeographo também estão atrasados e confesso não estar sendo lá muito fácil lidar de novo com semanas de provas na faculdade, o dia de 24 horas é muito mais curto do que deveria ser para mim. Mas, este blog está definitivamente pronto para a volta da minha regularidade como cronista e para algumas novidades interessantes que estão pintando. Por enquanto, sabiam que o Thom York tem um blog? - a dica é desta moça.

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Festa de aniversário!

Terça-feira, 3 Janeiro 2006

Donizetti 3.0 – Bigger and better, but still with a lot of bugs!

Nesta sexta-feira, dia 06/01, estarei completando a terceira década de vida. Para comemorar a ainda imperfeita versão 3.0 deste que vos escreve, uns malucos irão se reunir no Darta Jones. Vamos ouvir muito Smiths, The Cure e Front 242, mas também Ritchie e Roupa Nova, porque ninguém é de ferro.

Quem não for de dançar – eu sou um destes – pode curtir o mezanino onde, dizem, existem uns Ataris onde poderemos jogar River Raid e Enduro até amanhecer.

O preço é 15,00 (H e M), onde metade é consumação para quem tiver o nome na lista. Quem estiver interessado em dar um abraço no blogueiro aqui, é só mandar um e-mail com o nome (e o dos acompanhantes, se existirem), ou deixar um comentário com os dados.

UPDATE: Como esperado, este aniversário será um bom encontro de blogueiros famosos e jovens escritores. Já confirmaram o Inagaki, o Biajoni, a Viva e a Luninha, a Xeni Jardin, a Sheila Mello, a Surfistinha, a Sandra Pontes e a Patrícia. O Marmota, a Renata e o Scott Adams dizem que podem aparecer.

“Localizado no coração de Pinheiros, o bar criado para homenagear a década de 80 possui um amplo mezanino na parte superior e um Game Lounge com dois aparelhos de Atari, e diversos objetos e lembranças dos anos 80 decoram o ambiente. No térreo, uma pista de dança que conta com um telão rolando sempre desenhos antigos, filmes e videoclipes.”


Decadência ilustrada

Segunda-feira, 12 Dezembro 2005

Veja um rapaz inocente. Um tanto solitário, é verdade, mas feliz perto de seus livros e sempre jogando algum delicioso joguinho 3D:

Tudo está muito bem até que, para variar, uma mulher malvada passa a manipular o pobre coitado. O efeito fica bastante claro na expressão dele:

E o fim não poderia ser outro:

Foi uma delícia o lançamento da Revista Mininas. Sempre bom estar com a Cris, com a Patrícia, com a Olivia e com a Gabriela. Mais fotos no meu flickr e aqui também.


As bandas da semana

Terça-feira, 6 Dezembro 2005
A melhor maneira de saber como estou me sentindo em determinado momento é ver o que tenho ouvido. As 10 bandas abaixo foram as mais tocadas aqui na última semana, segundo a Last.fm:

1. The Smiths
2. The Flaming Lips
3. The Cardigans
4 . Weezer
5. The Stooges
6. Buddy Holly & The Crickets
7. Gang of Four
8. Madeleine Peyroux
9. Nine Inch Nails (o site oficial recomenda usar Safari ou Firefox. Legal!)
10. All Natural Lemon & Lime Flavors (grande dica do Biajoni!)

O “Claro q é Rock” influenciou só um pouco o mix de bandas da semana…


Beijos proibidos

Domingo, 4 Dezembro 2005
Sequência do filme “Beijos Proibidos” (Baisers Volés, 1968) narrada pelo Inagaki:

Antoine (Jean-Pierre Léaud) está sentado em um banco ao lado da mulher por quem está apaixonado, Christine (Claude Jade). Ela está sendo seguida semanas a fio por um misterioso homem, que, ao ver o casal sentado na praça, resolve finalmente lhe dirigir a palavra. Diz o estranho:

- Nunca havia provado o gosto do amor, até que conheci você. A vida é repleta de experiências provisórias, de pessoas provisórias. Mas eu sei que, para você, serei definitivo. Não estou pedindo para que você me diga “sim” neste momento. Eu lhe darei um tempo para pensar. Quero apenas que você saiba que eu a amo, muito. E que estarei aqui, para você, sempre.

O homem vai embora sem olhar para trás. Christine e Antoine se entreolham, ainda atordoados, em silêncio. Até que Christine desabafa:

- Esse homem é completamente louco!

“Quero apenas que você saiba que eu a amo, muito. E que estarei aqui, para você, sempre”. Eu provavelmente não diria nada disso a uma estranha, mas confesso que também sou completamente louco!


Saudade alvinegra

Sábado, 3 Dezembro 2005
São Paulo. Dezembro de 2030. A torcida alvinegra abandona cabisbaixa o estádio Kia Joorabchian (o Kiazão), em Itaquera. Após mais uma derrota, desta vez para o Bandeirante de Birigui – recém promovido à segunda divisão do Campeonato Brasileiro – o Corinthians MSI praticamente não tem mais chances de chegar à final. Será adiado por mais um ano o sonho de voltar a jogar a primeira divisão. Pai e filho conversam:

- Pai, eu não agüento mais… Já tenho 11 anos e nunca vi o “timão” ser campeão!
- Filho, eu estou vendo que você está querendo chorar, não segure as lágrimas. Não é vergonha nenhuma chorar por mais uma derrota do seu time de coração. Mas não fica triste, no século passado a gente ficou também mais de 20 anos sem um título, mas um dia conseguimos uma vitória histórica sobre a Ponte Preta e fomos campeões!
- O vovô já me contou essa história. E depois a gente conseguiu um monte de parcerias, não é?
- Sim, Carlitos. Teve o Banco Excel e o fundo HMTF. Bons tempos aqueles… Pena que aqueles parceiros faliram todos. Ainda bem que nunca conseguiram provar nada contra a MSI, senão estaríamos na lama e ainda nem teríamos nosso estádio.
- Pai, um colega lá da escola fica tirando sarro de mim. Diz que o “timão” só tem quatro Campeonatos Brasileiros, é verdade? Quando foi o último?
- É verdade. O último foi em 2005, Carlitos. E que time, que esquadrão nós tínhamos! Aquele sim era o “Todo Poderoso Timão”! Fábio Costa no gol, Gustavo Neri na lateral, Marcelo Mattos, Rosinei
- E o ataque, pai?
- Ah, o ataque era imbatível meu filho… Nenhum outro na história foi tão eficiente. Jogamos naquele ano com Tevez, Zveiter e Márcio Rezende. Ninguém segurava!


Of Course It’s Rock

Sábado, 3 Dezembro 2005

Finalmente vou falar do festival Claro q é Rock. Meus amigos mais próximos sabem que vivo prometendo textos aqui e eles demoram uma eternidade para aparecer, se é que aparecem. Não vou pedir desculpas por isso e, para ser sincero, boa parte de tudo que eu disse que escreveria ainda será escrito um dia. A questão é que vivo um momento absurdamente introspectivo, onde vejo e penso muito mais do que falo e escrevo. Talvez seja a assustadora proximidade dos 30 anos, não sei dizer.

Mas no caso do festival, a demora foi “calculada”. A idéia era esfriar, baixar os níveis de adrenalina e ver quais teriam sido as lembranças marcantes dos shows uma semana depois.

A primeira coisa legal foi o negócio ter sido na chácara (literalmente) do Jóquei. Fica aqui perto de casa e espero sinceramente que mais eventos do gênero aconteçam neste espaço. Apenas serão necessários alguns ajustes pequenos na organização, algo como um número suficiente de banheiros já seria um bom começo. No mais, as coisas funcionaram e a idéia dos dois palcos não foi das piores.

Cheguei bem cedo e deu tempo de ver todas aquelas bandas brasileiras desconhecidas. E eu preferia não ter visto. Se este é o tão falado “futuro do rock brasileiro” já vou procurar outras coisas para ouvir. O engraçado é que quando, uns 15 anos atrás, tiveram a idéia de juntar rap e hip hop com rock eu achei uma boa idéia… Fui um idiota.

A banda Cachorro Grande faz um rock “sessentista” divertidinho, o problema é que não é nada diferente de outras doze mil bandas gaúchas. Gosto de muita coisa do Sul. Adoro chimarrão, gaúchas e rock gaúcho, mas já está na hora dessas bandinhas pop mudarem um pouco. Todo mundo se vestindo igual e cantando igual fica chato.

Não vou comentar nada sobre Good Charlotte, eu estava tomando cerveja ou dormindo durante o show deles, e ainda não tenho filhas adolescentes que me forcem a assistir uma coisa como aquela.

A Nação Zumbi é legal pacas. Sobreviveram sem o Chico Science e sempre aparecem com bons discos, mas o show “não pegou”.

O Fantômas alimentou – e frustrou – muitas expectativas. Muitas pessoas não sabiam do que se tratava, mas criaram uma imagem da banda baseada nos participantes Mike Patton e Dave Lombardo (que não veio). É um som experimental e “hermético” ao extremo. Sinceramente eu gosto, mas para ouvir no sofá da sala, de olhos fechados, depois de ter bebido algo, e não num festival como este. Foi uma das coisas mais broxantes que já vi, na verdade. O divertido foi ver, ao me afastar do palco, as pessoas com ar “blasé” fazendo cara de conteúdo e olhando indignadas para quem se afastava: “ué, vocês não estão entendendo o som?”. Ainda espero sinceramente que um dia um “descolado-iluminado” me explique o que é entender um som. Eu simplesmente gosto ou desgosto, sou um simplório.

Iggy & The Stooges. Não há o que dizer. Se um extraterrestre viesse me pedir um disco que defina, sem deixar margens para dúvidas, o que é “rock’n roll”, eu simplesmente daria para ele uma cópia do “The Stooges” (1969). Diferentemente de outras tantas – e chatas – bandas de dinossauros, Iggy & The Stooges simplesmente continuam com o mesmo pique. Os caras ainda tocam tudo e mais um pouco, e o Iggy Pop ainda tem a bunda durinha, apesar de muito branca. Se um senhor de 59 anos ainda tem toda esta energia para dançar e falar o que pensa e tem que ser retirado do palco para entrar a próxima banda, não consigo entender como as vezes me sinto tão velho com metade dessa idade. Foi o show mais “redondo” da noite.

O SonicYouth ao vivo foi a realização de um sonho meu, já que eu não pude estar na outra apresentação deles no Brasil. A Kim Gordom é uma das mulheres da minha vida e todas as participações dela naquele dia ficaram gravadas no lado de dentro da minha testa. Confesso que eu não estava com muito pique para todo o improviso tão característico dos shows deles, mas gozei assim mesmo.

O show que mais gostei, o que tem as cenas repetidas o tempo todo desde aquele dia em minha cabeça, foi o do Flaming Lips. Coisa de momento de vida, de estado de humor… Sei lá, mas o fato é que foi um dos grandes shows nos quais estive. Muito legal ver o Wayne Coyne rolando sobre a galera dentro daquela bolha, fazendo som com um brinquedo infantil ou manipulando uma boneca enquanto cantava. Gostei da atmosfera “otimista” e festiva, das pessoas – escolhidas entre o público – vestidas de bichinhos e do telão sempre em sintonia com as músicas. A melhor definição a respeito está numa expressão que li no dia seguinte em algum jornal – desculpem não lembrar qual: “parecia o Planeta Xuxa, só que alguém tinha colocado uma coisa estranha na água das crianças”. Músicas como “Race for the Price” e “She Don’t Use Jelly” são deliciosas, e os caras ainda terminaram com “War Pigs”, o clássico dos clássicos do Black Sabbath.

Para terminar, ainda tinha Nine Inch Nails. A banda é ótima, o show estava bom, mas não fiquei até o fim – para desgosto de muitos amigos. É daquelas bandas que acho legais mas que nunca me cativaram. Quem falou bem a respeito da apresentação deles foi a Gabriela, vale a pena ler.


Fifa “unifica” títulos mundiais e despreza o Corinthians

Quinta-feira, 1 Dezembro 2005
Notícia do Terra:

“A Fifa, em matéria divulgada em seu site oficial (em inglês), nesta quinta-feira, unificou oficialmente o Mundial de Clubes disputado desde a década de 60 ao atual torneio organizado pela entidade. Em uma lista dos campeões, a Fifa ignora o título do Corinthians, em 2000, e coloca o Boca Juniors como campeão oficial daquele ano.

De acordo com a entidade, o título conquistado pelo clube paulista, no Rio de Janeiro, simplesmente não existiu, já que o torneio não é nem citado pela matéria da Fifa.

(…) Em compensação, o torneio que deu ao Boca Juniors o tricampeonato mundial em 2000, ganha destaque na matéria. O desempenho de Riquelme na final disputada contra o Real Madrid, no Japão, também ganha linhas no material produzido pela Fifa.

O atual Mundial, que será disputado no Japão, também ganha destaque na matéria do site oficial da entidade máxima do futebol.

Impressionante como uma simples notícia pode fazer melhorar um dia péssimo…

UPDATE: A FIFA voltou atrás e incluiu o Corinthians entre os campeões. Agora são 26 os times “that have been named world champions”.


Mininas

Quarta-feira, 23 Novembro 2005

LANÇAMENTO EDIÇÃO Nº7 DA REVISTA MININAS

Dia 09/12/2005
A partir das 19h
Livraria da Esquina
Rua Caetés, 489
Perdizes - São Paulo
(11)3873.9331

A revista tem ilustrações da Cris e eu estarei lá. Vamos?