* em parceria com Ian
“Que futebolzinho medíocre. Seja com Mauro Silva, Dunga, Mazinho e Zinho, seja com Émerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho Gaúcho, Carlos Alberto Parreira provou que consegue fazer qualquer omelete desandar, seja quais forem os ovos. Joga feio ou bonito, seja campeão ou nono lugar”. - Inagaki, comentando o Idelber.
“¡Y no renunció! ¿Se puede creer? ¡Hasta Pekerman se dio cuenta de que tenía que tomarse un helicóptero! ¡Preso tiene que ir Parreira!” - Olé
“A seleção, durante a Copa, parecia o Flamengo - sem Obina, o fenômeno”. - Rodrigo
“Eu, como torcedor, exijo meu direito de chorar após uma derrota. Eu, como torcedor, exigo o meu direito de ver uma derrota trágica, de parar o país”. - O mesmo Rodrigo
“O time do Brasil é formado basicamente pelo grupo dos alunos que odeiam educação física. Sabe como é? Eu sei bem. Porque eu fazia parte desse grupo. Sei do que estou falando. Os alunos que odeiam as aulas de educação física são assim: fingem e simulam doenças para conseguir dispensa médica. Quando não conseguem, porque ninguém pode ficar doente o ano todo, entram em campo e fogem do jogo. Nunca estão livres para receber uma bola. Se escondem mesmo. Eu sou especialista nisso. Eu posso passar uma tarde inteira jogando no seu time e você nem perceber. Vai bater lateral? Eu estou lá no meio de campo. Ataque do time? Estou aqui na defesa. Um passe? Opa, eu estava de costas, que azar, hein? Precisando de marcação? Minha meia caiu, vou ajeitar. Na boa, não sei porque o Parreira nunca me convocou”. - Maria Bouzada
“Roberto Carlos encerrou sua carreira na Seleção ao seu estilo: fazendo lambança com a língua e com os pés. Ajeitava a meia em vez de estar na segunda trave no momento do gol de Henry (ou será que urinava no gramado?). E ainda criticou Pelé que havia manifestado seu mau pressentimento em relação ao jogo contra a França”. - Juca Kfouri
“Como não me alegro com vitórias feias, não me entristeço com derrotas honradas, apenas com as como a de ontem”. - O mesmo Juca Kfouri
“Nunca um idiota como ele merece ter no currículo dois campeonatos mundiais. E não vai ter”. - A Feminista de Frankfurt, falando sobre “vocês sabem quem, aquele que não deve ser nomeado”.
“O Brasil agora volta à rotina: temos a campanha eleitoral e as eleições: é hora de mostrar patriotismo de verdade! Vamos vestir verde-amarelo e eleger… eleger…. quem mesmo?” - Cláudio Costa “Ótima campanha lançada por Antenor e seguida de imediato pelo Bruno: caso Portugal ganhe a copa, deixe apenas o bigode (sem barba) por uma semana. Melhor homenagem possível ao único time lusófono que parece estar jogando por amor à pátria…” - Via Menezes
“Se eu disser que avisei, adianta alguma coisa?” - Rafael Galvão
“Enquanto isso, nas ruas ainda todas decoradas de verde e amarelo, bandeirolas penduradas de todos os postes e varandas, patria amada salve salve, uns meninos colocaram a bandeira brasileira na rua pros carros passarem por cima. Depois, chutaram. O patriotismo tupiniquim acaba rápido.” - Alex Castro
“O jogo daquele Brasil (o de 1982) era criativo, inesperado, lúdico. Era cheio de possibilidades também: volantes técnicos e laterais que realmente apoiavam, criando opções para o ataque. Pode-se dizer com certa razão que aquele time era vulnerável, mas isto não o impede de ser inesquecível, e inesquecível é um adjetivo que não pode ser aplicado às seleções do Parreira.” - Eu, no texto abaixo
“Para quem não entende de futebol, o técnico Carlos Alberto Parreira é como uma jaca colhida no interior da Bahia: alguns podem apreciar e reverenciar, mas não tem nada a ver com a caçada aos emus do outro lado do mundo. A seleção brasileira acaba de perder para o time da França e, com isso, foi eliminado da Copa do mundo de futebol. E essa é uma oportunidade para aprender algo”. - Allan Robert P. J.
“Como ignoramos solenemente o adversário, não é para ele que haveremos nunca de perder. O Brasil é a única seleção que entra em campo como se as quatro linhas fossem o palco de um virtuosismo-solo. Só perdemos, quando assim conspiram os deuses dos estádios, para nós mesmos.” - Mino Carta
“Mesmo sabedores de que a derrota faz parte do jogo, ela quase nunca se faz presente em nossa consciência. Mas, quando ela acontece, é como se todos os nossos planos, nossos sonhos e o futuro desaparecessem repentinamente. Uma falta de perspectiva se estabelece por instantes até que voltemos à realidade. Pelo menos por poucos minutos é como se deixássemos de existir temporariamente por culpa da imensa frustração.” - Sócrates
“Como eu sempre digo: eu acredito no poder das palavras. De tanto falar em “revanche”, uma palavra francesa, isso atraiu o poder para a França”. - Nababu
“A mídia não tem culpa, ela apenas espelha os processos. Quem perdeu foi Parreira, quem perdeu foram as vedetes intocáveis, quem perdeu foi a CBF e seus cartolas que fizeram tudo errado. A mídia dirá isso nas próximas horas. É uma lástima que não o tenha dito antes”. - Alberto Dines
“Perder, dizem, dizemos todos, “fáis párti”, e o que dói mesmo é perder assim, levando uns chutes na bunda; o que dói é perder como gostamos de ganhar” - Orlando Tosetto Jr.
“Tá anotado na caderneta: Brasil é freguês da França”.- Soninha
UPDATE:
“Se fico triste pelo Brasil não ter seguido em frente e feito mais gols não é por um amor desmesurado ao futebol ou por um quadrienal patriotismo de chuteiras. É porque, a cada nova bola na rede adversária, a Chicotão iria pular na minha frente, e aquela visão angélica se repetiria mais uma vez, uma bunda que representaria mais que a vida e ofuscaria aqueles vinte e dois homens suando atrás de uma bola, porque não há escolha a fazer quando você se vê entre a bunda da Chicotão e a cara de bunda do Ronaldinho. A bunda da Chicotão, eu sei, me faria esquecer de pular e comemorar os gols, porque eu me quedaria sentado, olhando embevecido o seu sobe e desce quase impublicável.” - Rafael Galvão
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