Madrugada no MSN II

Quinta-feira, 30 Junho 2005
A sociedade está mudando com a mesma velocidade da transmissão de dados via conexões de altíssima velocidade à Internet. Aliás, esta última é também a principal catalisadora destas mudanças. Já está na hora de psicólogos, antropólogos, sociólogos e todos os estudiosos da condição humana prestarem maior atenção ao novo homem que está nascendo, com novos valores e objetivos.

Para ajudá-los, vou transcrever abaixo trechos de um diálogo via MSN Messenger, envolvendo uma leitora deste nosso Me, Myself And I e um legítimo exemplar do Homo Tecnossexualis, apresentado a ela por uma “amiga”. Os nomes serão preservados, pois quero continuar tendo esta amiga como leitora.

Amiga da Leitora: - Olha, conheci um cara e ele parece ser bem interessante. É bem humorado, simpático… Gostaria de conhecer?
Leitora: - Se ele é mesmo como você está descrevendo, quero sim!
Amiga da Leitora: - Então vou passar seu e-mail para ele, tudo bem? Ele está on-line no MSN agora…
Leitora: - Pode passar sim, sem problemas…

Após um bom tempo de papo, minha leitora realmente achou o rapaz interessante.

Leitora: - Vamos aproveitar que a noite está quente e que moramos perto? Que tal sairmos para tomar alguma coisa… Papear um pouco?
Tecnossexual: - …
Leitora: - …?
Tecnossexual: - Olha, desculpe… É que nos conhecemos ainda muito pouco e realmente não acho que seria legal sairmos assim. Acho que é precipitar as coisas… Não gosto disso… Vamos com calma, tudo bem?
Leitora: - Mas espera… Eu não estou propondo nada do que você está pensando, apenas tomar um guaraná e papear mesmo!
Tecnossexual: - Tudo bem. Eu até entendo, mas me desculpe…
Leitora: - Tudo bem então… Não está mais aqui quem falou…

Dez minutos se passaram até que nosso amigo retomasse a conversa.

Tecnossexual: - Que tal fazermos um sexo virtual bem gostoso? Como você está vestida?
Leitora: - ???

Nada contra essa onda de tecnossexual, mas acho que um bom papo AO VIVO, olhos nos olhos, ainda é um ótimo atalho para sexo REAL e gostoso…

Não deixe de ler Madrugada no MSN I.


Retrossexual

Terça-feira, 28 Junho 2005
Bom era o tempo em que éramos apenas homens e mulheres (e mais algumas poucas variações possíveis). Primeiro foi o Serguei quem tentou mudar isso lançando o conceito do Pansexual, que felizmente não pegou. Não demorou muito e veio também o tal do Metrossexual, que virou uma febre.

Há pouco tempo uma jornalista de Porto Alegre entrou em contato comigo para fazer uma matéria sobre o Tecnossexual, que até hoje eu não sei dizer o que é, e realmente pensei que tinha parado por aí. Mas hoje, lendo o Marcelo Batalha, descobri esta matéria do Terra sobre o Retrossexual: “o homem que gosta de ser macho e de realçar seu lado masculino”. Dá um tempo, eu sou assim desde 06 de janeiro de 1976! Prefiro ficar com algumas definições do Marcelo:

Antassexual - não sabe nem onde fica o clitóris, quanto mais se é acentuado.
Generossexual - faz cu doce até pra comer a Angelina Jolie.
Wallyssexual - quando a mulher procura, o cara já sumiu na multidão.

E com as palavras finais dele no post (não deixe de ler): “Quando é que vão reinventar (ou pelo menos ‘revalorizar’) simplesmente o homem?”. É Renata, o meu “Kit Básico do Neanderthal Moderno” está no forno!

UPDATE: Minha colega de Mimeographo (e de futuros projetos subversivos) Jussara me pediu nos comentários deste post para que eu escreva a respeito do tal Tecnossexual. Lembro termos discutido juntos quando fui contatado pela repórter, e acabei fazendo mesmo esta promessa que, infelizmente, não vai ser possível cumprir.

Fiz uma pequena pesquisa sobre este novo espécime (quer dizer, rótulo) e não sou o homem mais indicado para escrever a respeito. Adoro tecnologia sim, mas a grande verdade é que não passo de um Homem de Neanderthal um pouco mais bem cuidado (faço a barba uma vez por semana e algumas vezes corto as unhas). Quem quiser saber mais sobre o assunto pode clicar aqui e, se gostar, ler este que é o guia do Tecnossexual (ui!).

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Meu texto de hoje no Mimeographo: “O Homem do Saco: ontem e hoje”.


Batman Begins

Domingo, 26 Junho 2005

“Está vendo filho? Você ainda quer vestir uma fantasia como esta e ficar parecendo um bobo como este rapaz?”
Era a inauguração de um centro cultural qualquer em São Paulo, meados dos anos 90. Um rapaz estava passeando com a namorada e chegou a uma área onde fantasias de heróis estavam disponíveis para quem quisesse vestir. Os olhos brilhantes e excitados dele buscaram rapidamente a fantasia do Morcego entre tantas outras e foram ao encontro dos da namorada, esperando a resposta: “está bem amor, eu sei que você quer ser o Batman”. A frase acima, dita por uma mãe que passava segurando o filho pela mão, foi realmente ouvida. Fotos foram tiradas (hoje todas guardadas a sete chaves) e o rapaz em questão é este que vos escreve.

A história toda começou em 1989 quando, aos 13 anos, li pela primeira vez a história “As muitas mortes de Batman”, de Jim Starlin, Jim Aparo e Mike de Carlo. Fiquei fascinado ao ver o quanto o “maior detetive do mundo” que estava naquelas páginas era diferente do Batman gordinho e brincalhão que eu via na TV. O saldo, além do caso da fantasia que acabo de contar, é uma verdadeira fortuna gasta na compra de revistas em quadrinhos e um morcego tatuado no braço esquerdo. Fica fácil perceber então o tamanho da minha expectativa pela estréia de Batman Begins.

Não tenho nada contra o seriado Camp e Kitsch dos anos 60. Batman foi idealizado por Bill Finger, e pela primeira vez desenhado por Bob Kane, como um ser sombrio e violento, mas sempre foi um produto de mídia adaptável às diferentes épocas. Seria na verdade muito estranho que ele fosse sombrio na “colorida” década de 60. Já os primeiros filmes do Morcego foram verdadeiras afrontas ao personagem exatamente por desrespeitarem este princípio. Enquanto o Batman dos quadrinhos nos anos 80 aproximava-se bastante do original, a Warner preferiu o caminho fácil de criar verdadeiros pastelões. Mesmo o Batman de Tim Burton não passa de uma caricatura, apesar de alguns acertos.

Já a quinta aventura do Morcego pode ser analisada sob duas óticas distintas. É um filme de ação razoável para quem não é fã, e um filme muito bom para quem é. Quem não tem a identificação do fã com o mito de Batman não verá mais do que uma história de lutas e perseguições dentro de um roteiro que poderia ter sido mais bem amarrado. Estão lá os ingredientes esperados: a “megalomania” dos vilões que querem destruir a cidade, seitas secretas e um clima sombrio amenizado por tímidas tentativas de humor (o que é ótimo). Mas a impressão que tenho é a de que muita coisa originalmente filmada foi deixada de fora durante a edição final. Alguns “cortes” durante o filme são realmente abruptos, me dando a idéia de que o ritmo da trama foi sacrificado em alguns momentos, talvez para manter a história relativamente curta. Não duvido que venha por aí um DVD contendo uma nova versão com minutos a mais.

Mas, principalmente para quem é fã, o filme tem muito mais acertos do que erros. A escolha de Christopher Nolan para a direção foi mais do que acertada. A “atmosfera” dada ao universo do Morcego tem muito do que já fora visto em seus filmes anteriores, mas de forma discreta. O primeiro Batman não é um filme do Batman, mas de Tim Burton, e sempre será lembrado assim. Nolan não permitiu que isso acontecesse e parece ter feito a “lição de casa” que nenhum outro diretor antes dele fez: leu os quadrinhos.

Amando ou não o filme, o fã sente-se respeitado pela forma escolhida para retratar Batman. Christian Bale está perfeito como Bruce Wayne e pela primeira vez a história de um homem que se veste de morcego e sai pulando por aí de prédio em prédio parece verossímil como é nas revistas. O Batman do filme é tão real que percebemos seus problemas psicológicos sérios (parte do charme do personagem) e o quanto ele luta constantemente para dominar sua raiva e seu medo.

Esta ainda não é minha adaptação dos quadrinhos para o cinema preferida. Perde para Superman (1978) e para os dois episódios de Homem-Aranha, mas foi um grande avanço em se tratando de Batman, e a seqüência realmente promete. A seguir, minha lista do que o filme tem de melhor (ou, os motivos pelos quais você não pode deixar de assisti-lo):

Os vilões. O mercenário francês Henry Ducard, pouca gente sabe, é parte extremamente importante da história de Batman e foi uma grata surpresa vê-lo neste filme. A maneira criativa encontrada de relacioná-lo com Ra’s Al’ Ghul (meu vilão favorito, que nos quadrinhos costumava ser imortal) foi uma grande sacada do roteiro. Aliás, já que o vilão era Ra’s, poderíamos ter tido, além de Katie Holmes, a presença de Talia, filha de Ra’s Al Ghul e um dos grandes amores do Morcego, talvez interpretada por Salma Hayek (eu veria o filme várias vezes só pela presença dela). Já o Espantalho está “apenas” bem retratado, aparecendo muito pouco.

Os aliados. James Gordon (um ex-soldado de elite do exército estadunidense e policial incorruptível da polícia de Gotham) tem papel fundamental na história. É clara a referência ao clássico “Ano Um”, de Miller e Mazzucchelli, que também aparece no fim do filme (dando a deixa para o segundo episódio da série) e é leitura obrigatória para quem queira conhecer mais sobre o Batman. Lucius Fox também marca importante presença, interpretado pelo ótimo Morgan Freeman. Nem preciso citar Michael Caine como Alfred.

Gotham City. A cidade de Gotham (uma mistura bastante perceptível das locações de Londres e Chicago) é exatamente a cidade que eu imaginava quando adolescente, um lugar que parece estar sempre sitiado e onde não existe esperança. Ver Batman olhando a cidade do alto dos prédios realmente emociona.

O veículo. O Bat-móvel é um tanque de guerra, exatamente como em “O Cavaleiro das Trevas” (também de Miller). Foi o responsável por algumas das melhores cenas do filme.

Referências/homenagens. É divertido encontrá-las durante o filme. O colar de pérolas da mãe de Bruce (que também remete a “O Cavaleiro das Trevas”) e o nome do Comissário, que homenageia Jeph Loeb (autor de “O Longo Dia das Bruxas”) são algumas delas.

Batman/Wayne. Como já disse antes, Bale está perfeito. Bruce Wayne como “playboy” chega a ser irritante, e o Batman finalmente aparece nos cinemas assustador como deveria ser…


A mulher da minha vida desta semana

Quinta-feira, 23 Junho 2005

Aviso importante: Se você tem um currículo meu em mãos e chegou aqui via Google querendo saber mais sobre mim antes de me oferecer uma vaga, favor não continuar a leitura do post.

Tenho birra do mundo dos negócios. Pode até parecer irônico já que a coisa mais próxima do que posso chamar de “formação acadêmica” (ao menos por enquanto) é a Administração de Empresas. Mesmo assim acho tudo muito chato e pedante. Não que não seja deliciosa aquela coisa de ser empreendedor e fumar charutos caríssimos após fechar grandes contratos e tal, mas realmente não dá. Pode ser que tenha talento para a coisa, ao menos gosto de acreditar nisso, mas me falta o básico: ambição. Também não tenho o menor interesse em todos aqueles “gurus” que ditam as regras de tempos em tempos. São autores de livros de auto-ajuda um pouco mais arrogantes.

Sendo assim, nunca gostei de “O Aprendiz”. Assisti uns 15 minutos da versão original só para rir daquele “penteado” do Donald Trump. Gostei mesmo foi de “The Assistant”, aquele da MTV, onde um grupo de “Hollywood wannabes” disputa para ver quem puxa melhor o saco do perdedor maior Andy Dick.

Não vi nenhum episódio da versão brasileira do programa, apesar de achar o Roberto Justus muito mais carismático e interessante que o Donald Trump. Posso dizer que Justus é o meio termo, em questão de carisma e naturalidade, entre Trump e o cigano Igor daquela novela. Alguém lembra?

Mas hoje tudo mudou. Vi algumas chamadas da segunda temporada de “O Aprendiz” e conheci a vencedora da versão anterior, Vivianne Ventura. Tudo bem, é uma bem sucedida administradora de empresas de 29 anos que acaba de ganhar um emprego legal e R$ 250 mil, mas o que me deixou mesmo interessado foi o sorriso da moça. Fiquei até tentado a assistir alguns minutos do episódio de estréia do programa hoje, só para ver se ela aparece pelo menos um pouquinho. Bem que ela poderia ter, sei lá… Algum fetiche por blogueiros…


35 anos do Tri

Terça-feira, 21 Junho 2005

21 de junho de 1970. Lá se vão 35 anos desde a final da Copa do Mundo disputada entre Brasil e Itália no mítico Estádio Asteca. Eu apenas vim ao mundo uns bons anos depois, mas ouvir sobre os feitos de Gérson (então craque do meu Tricolor Paulista), Rivelino, Pelé e Tostão naquela Copa durante toda a minha infância me faz sentir como se tivesse estado lá.

Tudo bem que não demorou e aprendi sobre a ditadura militar, sobre o governo de Garrastazu Médici, sobre o AI-5. Aprendi sobre como o ufanismo incentivado por um evento esportivo como a Copa pode ser tão conveniente para quem tem algo a esconder em ditaduras sujas (fui redundante, toda ditadura é suja e tem algo a esconder).

Mas hoje a única lembrança que quero ter é a daquela bola rolada com precisão por Pelé para a lateral da grande área, aos 42 min do segundo tempo. Aquela bola que percorreu como que em câmera lenta a distância até o local exato em que, consciente do próprio papel de estrela naquele momento único, abandona o gramado durante uma fração de segundo num salto com o objetivo de ser atingida com força pelo chute do lateral Carlos Alberto, para depois morrer nas redes do arqueiro Albertosi. Nunca deixo de me impressionar com a “inteligência” daquela bola…

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Já está no ar minha coluna de hoje no Mimeographo: “Não existe panacéia”.


Este CV eu não jogaria fora

Segunda-feira, 20 Junho 2005
Tenho um absoluto fascínio pela tecnologia. A inovação tecnológica é quase um vício e quem me lê não imagina o quanto tive que me policiar para que este não se tornasse “apenas” um blog sobre softwares, cultura digital e gadgets. Ainda quero ter um espaço assim, mas acho que não teria condições de fazer um trabalho tão bom quanto o de diversos blogs do gênero que leio diariamente.

Ainda assim, acho as facilidades tecnológicas extremamente perigosas em mãos erradas. Não é medo que alguém sente em um botão vermelho no Pentágono e mande mísseis pelo mundo (apesar de que me sentiria mais seguro se soubesse que chimpanzés são responsáveis por este departamento lá), nada disso. O que me aflige é o péssimo uso que as pessoas fazem da tecnologia no cotidiano mesmo.

São dezenas de milhares de exemplos de situações nas quais para cada um que aproveita bem um recurso, um milhão de outros apenas o usam para nos irritar. Uma grande amiga minha diz que a inclusão digital é um perigo: “cada vez mais pessoas sem noção com uma máquina digital barata na mão terão acesso a fotologs”, e eu concordo com ela! O e-mail já é um clássico. Todo dia recebo dezenas de piadas, vídeos, correntes e pedidos de ajuda que nunca vou ler, além de apresentações do PowerPoint. Estas, junto dos arquivos em Flash, são as que mais me irritam. Textos “fofinhos” que sobem pela tela do computador à frente de uma imagem de um bebê dormindo num repolho ou brincando com um cachorrinho pulguento qualquer realmente me fazem vomitar, tanto que até retirei o PowerPoint da minha máquina, nem tenho mais como abrir essas coisas. Animações em Flash dessas que aparecem em sites também só servem para que eu nunca mais volte a eles.

Mas, como disse anteriormente, sempre tem UM que sabe utilizar os recursos com inteligência e criatividade. É o caso de Alexandre Guéniot, um programador de 34 anos, natural de Montpellier na França, que disponibilizou seu CV em Flash. É um trabalho simples e criativo, além de muito divertido. Até a última contagem que li no blog dele , ele tinha recebido mais de quinhentos mil e-mails de fãs, além de oitenta propostas de emprego, algumas realmente muito boas, tanto que ele agora trabalha para a Micro$oft e vive em Redmond (USA). Clique aqui para ver o currículo animado do rapaz, e aumente o volume (obrigado pelo link, Catita).

Acho que vou reinstalar o PowerPoint e fazer um CV com letrinhas que correm pela tela…


Ainda o encontro!

Domingo, 19 Junho 2005

Este “escrevinhador” e o Biajoni, em foto que será também apresentada hoje no programa Pânico na TV. - Foto por Roberta Febran

Eu com cara de assustado enquanto Alex Castro aponta o dedo para mim dizendo para Idelber e André Kenji: “Este Donizetti é um gato mesmo!”. No canto, a Priscila (sem blog) disfarça e fala para o Brigatti (enquanto observada por um “cowboy” que parece um famoso cantor latino): “É verdade, ele é um gato mesmo!”. - Foto por Iraldo
Pessoas interessantes, conversas incríveis e grandes amigos. Este negócio de ter um blog realmente vale a pena…

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Novos, e merecidos, links neste Me, Myself And I:
Alê Félix
Bibi’s Box
Cardoso
Escrúpulos Precários
O Sorriso do Gato de Alice
Striptease Cerebral
Zíper na Boca


Diálogos curtos

Quinta-feira, 16 Junho 2005

Cartório na periferia
- Não, não posso. Esse nome eu não posso.
- Claro que pode.
- Eu não registro com esse nome, não.
- Mas é uma homenagem ao ministro. Eu gosto do ministro…
- Ele nem é mais ministro!
- Eu gosto do nome.
- Genérico não é nome, homem!
- Imagine só o meu filho: Genérico Neves da Silva.
- Genérico não é nome, eu não vou registrar.
- Quebra essa, moço. É pra combinar com o nome da mãe…
- Qual o nome da mãe?
- Remédios. Maria dos Remédios. Deixa, vai…

Via Homem-Baile

O estraga prazeres
- Uau! Que noite…
- Dormiu mal?
- Hum? Não… imagina. Tive um sonho erótico da melhor qualidade… E com o Casagrande… Dá pra acreditar?
- O jogador??
- É! O corintiano… Que coisa que é aquele menino. Nunca tinha reparado… Quem diria?
- Eeei, acorda! Foi um sonho. Eu estou aqui!
- Bobagem mozinho… Vai ter ciúme de sonho?
- …
- E que sonho! E que noite! Salve o corinthians…
- É… deve ter sido uma noite e tanto mesmo. Uma noite “Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha”!
- Estraga prazeres…

Alessandra Félix via Copy & Paste


Mel Lisboa? Oba!

Quarta-feira, 15 Junho 2005
O encontro citado aqui ganhou enorme repercussão. Falaram dele, entre outros, o Idelber (óbvio), a Bibi e o Alex Castro. O Inagaki diz que “o encontro promete” e o Marmota fala na “maior congregação de blogueiros da história”. Até descobri que existe o Amigos Blogueiros, com “tudo que você quer saber sobre os encontros reais de blogueiros”. Tudo muito bom, tudo muito bonito, mas realmente eu ainda não tinha decidido se iria aparecer. Tudo mudou quando o Biajoni contou aqui que o local da realização do evento é o bar favorito da Mel Lisboa. Diz ele que quer apalpar jovens indefesas. Já eu tenho mais foco, só quero a Mel Lisboa mesmo. Não posso perder a chance, vai dizer?

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Bia, em agradecimento pela informação privilegiada e tão estimulante, estou te levando este disco do Elvis Costello!

Mimeographo

Terça-feira, 14 Junho 2005
Minha coluna de hoje no Mimeographo já está no ar: “É Proibido Abduzir”. Escrevo lá todas as terças e estou acompanhado de grandes talentos, vale a pena conferir. Outras colunas minhas:

Luxúria Swing Bar
Campeões
Solidão me deixe forte, talvez resolva meus problemas
Relatório Póstumo

Leiam e opinem.